domingo, 17 de julho de 2016

A importância da Mata Atlântica


A Mata Atlântica é um dos hotspots (área rica em biodiversidade) do planeta, atualmente reduzida a cerca de 8% de sua cobertura original, encontrando-se fragmentada de norte a sul do território brasileiro. Apesar dos instrumentos legais existentes para sua conservação, os índices de desmatamento continuam alarmantes. Estima-se a existência de cerca de 20.000 espécies de plantas na Mata Atlântica, o que representa 6,7% do total de espécies do mundo. Das plantas encontradas na região, 8.000 são endêmicas. A diversidade e o número de endemismos entre os vertebrados também impressionam, são cerca de 298 espécies de mamíferos, 992 espécies de aves, 197 de répteis e 372 de anfíbios.                   

A maioria dos animais e plantas ameaçados de extinção no Brasil está na Mata Atlântica. A situação é agravada pelo fato da região sediar tanto os centros urbanos mais povoados como os grandes centros industriais do país. Aproximadamente 80% do PIB do Brasil são gerados na região da Mata Atlântica, onde vivem mais de 72% da população brasileira (IBGE/2014). A UNESCO, considera a Mata Atlântica como Reserva da Biosfera.



Proteger o meio ambiente não significa impedir o desenvolvimento, o que se faz necessário é promoção do desenvolvimento em harmonia com o meio ambiente. Daí o paradigma do “desenvolvimento sustentável”, que tomou corpo nas últimas décadas e norteia a ação dos órgãos públicos encarregados da defesa do meio ambiente no mundo todo.

Florestas preservadas contribuem com a qualidade do ar, a proteção do solo, dos rios e nascentes e a regulação do clima, tão importantes para a qualidade de vida do homem. Equacionar a preservação com atividades essenciais para a nossa economia, como a agricultura, a pesca, o extrativismo sustentável, o turismo, o lazer e a geração de energia, é o desafio dos nossos governantes.

Claudia Paschoal

domingo, 13 de março de 2016

Vote em 2016 pensando em 2018


Estava pensando com meus botões, as eleições municipais 2016 servirão como  base política dos partidos que disputarão as eleições majoritárias e proporcionais em 2018, até aqui nada de novo. Isto me fez pensar que precisamos analisar  as composições partidárias  dos atuais pré-candidatos a prefeito e a vereador de nossa cidade.

É impensável um prefeito do PT fazer campanha para um governador do PSDB, assim como, um Governador do PSDB fazer para um presidente do PT, ou seja, ao escolher um prefeito temos que pensar que ele  defenderá a bandeira de seu partido e da base a qual ele pertencer em 2018.

Esclarecendo:

Atualmente, o governo Federal do PT tem em sua base aliada partidos como: PMDB, PSD, PTB, PP, PRB, PC do B, PSDC, PROS e outros menores. Segundo o site G1 do último dia  10/03, após reunião do presidente do Senado, Renan Calheiros, e outros senadores do PMDB com a cúpula do PSDB, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), informou que os dois partidos vão "caminhar juntos" em busca de "alternativas" para o país, demonstrando que  está muito próximo um rompimento. Ontem, ficou claro que o PMDB está próximo de deixar o governo, durante a Convenção Nacional do partido, que elegeu o Michel Temer a presidência, todos os discursos foram oposicionistas e deu-se 30 dias para uma definição de permanência ou afastamento do Governo Dilma. O PSB que vinha neutro anunciou,  semana passada, a ida para oposição ao governo petista.

Já o governo estadual do PSDB, tem em sua base: PSB, DEM, PPS, PV, Solidariedade, PTB,  PRB e PMDB. Pelo que se viu nas previas do PSDB para escolha do candidato a prefeito de São Paulo, todo apoio será importante para os planos do Governador Geraldo Alckmin, postulante à vaga do partido a presidente em 2018. As articulações políticas envolveram  os partidos aliados como: DEM, PPS, PV e PSB, reforçando a importância das escolhas de 2016 para o cenário político nacional.

Olhando para nosso cenário local, temos como pré candidatos:
Eduardo César – PSDB
Sato – PSD
Caribé – PMDB
Flávia Pascoal – definindo
Rui Teixeira Leite – PPS
Mauricio Moromizato – PT

O momento é de expectativas, os pré-candidatos estão formando suas bases e assumindo compromissos políticos com os seus deputados e representantes dos partidos de apoio. 

Olhando o que temos desenhado para o futuro, podemos ter:

Á direita: Eduardo Cesar, Flávia Pascoal, Caribé e Rui Teixeira Leite apoiando candidatos como: Geraldo Alckmin, Marina Silva,  Márcio França, Paulo Skaf e outros.

À esquerda: Sato apoiando o Kassab e Moromizato apoiando  Lula, Fernando Haddad, Aloízio Mercadante  ou outro que tiver disponível, caso eles sobrevivam até lá.

Como o momento é de assumir compromissos, devemos analisar nossos pré-candidatos para não nos surpreendermos depois. As alianças de hoje serão os compromissos de amanhã, os deputados apostam em candidatos a prefeito esperando  apoio em 2018, o que inviabiliza alguns apoios que vinham sendo anunciadas no município. Os partidos políticos apostam nas lideranças locais para fortalecer uma base para o futuro. Sendo assim, analise bem seu candidato e os partidos aliados, para não ser ludibriado...


Claudia Paschoal

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Plano de governo, tecnocrata ou participativo?
O primeiro ponto a ser considerado na elaboração de um plano de governo, é a qualidade de vida da população, contemplando temas como: planejamento urbano, saúde, educação, emprego, habitação, lazer, meio ambiente, turismo, cultura, segurança publica, desenvolvimento social, mobilidade urbana, entre outros. Essas temáticas devem ser exaustivamente discutidas, com os munícipes, que conhecem os principais desafios e necessidades de adequação das políticas públicas.
O desafio é olhar o macro e não o micro, ou seja, as questões que são comuns a maioria e não os problemas pontuais, de uma rua ou de um bairro, o  planejamento deve ser  para uma região, equalizando os interesses pessoais e coletivos. Lembrando que o foco são as questões que atingem, principalmente, aos cidadãos menos privilegiados, que sofrem maior influência do meio em que vivem.
O planejamento participativo dá uma obrigatoriedade de continuidade das ações implantadas ou daquelas que estão em processo de implantação, mesmo que haja uma troca de gestor. Só o poder da população para garantir a continuidade das ações, através do  sentimento de que aquela necessidade é de cada um e que o gestor será cobrado efetivamente, se fizer manobras politiqueiras.
Para os políticos, essa falta de participação dos munícipes, é uma boa desculpa, já que não propõem atividades participativas, salvo as obrigatórias audiências públicas. Já os cidadãos, que se colocam do outro lado da questão, não participam por não conhecerem seus direitos básicos. E assim, todos ficam confortáveis, uns reclamando no sofá ou nas redes sociais e outros dizendo que estão abertos para ouvir, mas que o povo está cansando de política.
O que esperamos dos planos e políticos? Dos planos que sejam transparentes, verdadeiros, aplicáveis e que atendam as inúmeras necessidades da população local. Dos políticos que tenham compromisso, em  cumprir o que se propuseram, essa  talvez seja uma forma de começar a resgatar alguma credibilidade da classe política. E ainda,  que as temáticas sejam planejadas estrategicamente, e que a gestão seja competente para agir com eficácia e eficiência pelo bem de todos.
Lembrando que os planos de governo são um retrato do que um candidato pretende para o município, pelo menos na teoria. Se não discutirmos as propostas não teremos real ideia sobre o comprometimento do candidato com seu plano. É fundamental, conhecermos as propostas e o que está nas entrelinhas, para avaliarmos a aplicabilidade do plano e propiciarmos discussões e comparativos entre as diversas plataformas.
Nas eleições municipais as discussões são mais intensas, porque as paixões se afloram. O ideal é que o interesse pelas propostas e promessas, também seja aflorado, apesar de não haver punição legal pelo descumprimento de um plano, há uma punição moral, que pode refletir no voto.
Habitualmente, os candidatos não se comprometem com metas de gestão em seus planos de governo, apresentam apenas propostas gerais para gestão do município. E muitas vezes, não abrangem todas as áreas. As vezes, são mais objetivos em temas que apresentam maior interesse da comunidade, ou aquelas áreas de maior afinidade do candidato ou do seu grupo político. Os políticos e suas equipes se furtam de quantificarem metas de atendimento a população,  dizem genericamente, que irão aumentar o número vagas em creches, construindo novas unidades, só não dizem onde e quantas.
Algumas palavras são usadas exaustivamente nos planos, devido sua falta de objetividade, como:  consolidar, ampliar, aperfeiçoar, fortalecer, promover, mas não são transparentes. Quando é um candidato a reeleição ou um candidato da situação, dar continuidade, aprimorar, aperfeiçoar são os temas mais utilizados, já que há uma necessidade de passar a mensagem de que os resultados são bons,  mas que sempre há o que se melhorar. Tem planos de uma página e outros extensos e sem nenhuma, ou quase nenhuma, ação quantificada. Outros com ações que são incoerentes e impraticáveis.  Outro tema recorrente nos plano de governo é o desenvolvimento sustentável, quase sempre de forma vaga, sem propostas objetivas.
Uma boa medida é a participação em todas as reuniões promovidas pelos candidatos, nas quais a construção dos planos de governo sejam discutida,  e posteriormente as de apresentação e detalhamento das metas com base no plano, onde devemos estar atentos a viabilidade das propostas dentro da capacidade orçamentária do município.
Quando os coordenadores de plano dizem que durante a campanha vão aprimorar as ações, e que com a participação da comunidade irão melhorar, me parece que os planos apresentados ao TER são apenas para cumprir as exigências legais, sem que haja qualquer compromisso com  transparência, viabilidade e capacidade orçamentária das ações propostas. Pressupõe-se que o candidato já tenha conhecimento das necessidades da população e condições de definir quais serão suas prioridades. Não há mais espaço para discursos do tipo: “...não tinha conhecimento da situação do município”, seja ela financeira, social, jurídica, se não sabe é porque não está preparado para ser candidato.
O plano de  metas de Juscelino Kubitschek, foi elaborado com base em estudos e diagnósticos realizados desde o inicio da década de 40, por diversas comissões e missões econômicas. O que demonstra que não estamos inventando a roda, se não houver um diagnóstico situacional, o perfil de cada região do município,  consultas a população em geral e aos especialistas de cada área, não há como elaborar um plano de governo detalhado, este é o meu ponto de vista, talvez alguns técnicos prefiram fazer seus planos com base na teoria e plagiando outros, tornando mais simples o trabalho e com grande chance de inaplicabilidade.
Claudia Paschoal


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Plano  de governo, uma ferramenta de planejamento ou conto de fadas?
As eleições municipais estão  chegando, e pelo previsto no artigo 11, § 1º, IX, da Lei Federal 9.504/97 todos os candidatos devem registrar sua plataforma de governo, o famoso plano de governo. Que em linhas gerais serve apenas para compararmos as propostas e o perfil dos candidatos, já que não há obrigatoriedade em cumprir o que se propõe.
Alguns candidatos registram em cartório suas propostas como formar de demonstrar seu comprometimento, o fato é  que legalmente não o obriga a mantê-lo, permitindo que sejam feitas alterações posteriores, que também serão registradas.
O que esperamos?   Que os profissionais que elaboram os planos de governo e seus candidatos, tenham compromisso com a verdade e a transparência e não façam propostas inviáveis. Um bom plano de governo tem foco nas necessidades do município, e não nas intenções individuais ou de grupos de pessoas.
São inúmeros os temas que devem ser contemplados  no planejamento do desenvolvimento local e regional, sempre visando melhorar a qualidade de vida dos munícipes, sempre dentro de uma estratégia de médio e longo prazo, o que extrapola os quatro anos de mandato. No entanto, se o planejamento for apenas para um mandato teremos sempre o cenário atual, onde não há continuidade de ações, de projetos.
Parece bem conveniente para o candidato, já que historicamente, um governo não dá continuidade ao que foi iniciado ou implantado pelo anterior. Exemplificando:  na última administração do Paulo Ramos, a secretaria de saúde deixou aprovado um Programa de Saúde do Trabalhador, através de convênio com o Ministério da Saúde, infelizmente  o programa não foi continuado pelo seu sucessor, Eduardo César,  o que motivou esta descontinuidade? Do meu ponto de vista, a falta de envolvimento da população na definição do planejamento das ações, só a população tem poder para cobrar de seus governantes que programas, projetos sejam mantidos, independente de quem o propôs ou iniciou.
Para que nas eleições de 2016 não tenhamos novos planos de governo desenhados por profissionais descompromissados com as necessidades dos munícipes, que nada conhecem da realidade local, ou que são pseudo intelectuais sem objetividade que apresentam ideias não factíveis, que só enchem os olhos no papel.  Precisamos aprender a exercer os nossos direitos, porque lamentavelmente, temos mais o hábito de reclamar do que de participar de maneira efetiva e constante na condução do município, seja de forma individual ou coletiva.
Os planos de governo dos candidatos a prefeito de Ubatuba em 2012 apresentavam poucas propostas quantificadas. A maior parte fala em ampliar e expandir programas, ou mesmo criar outros, mas sem delimitar metas, como número de unidades de saúde ou de creches a serem construídas. A fala habitual dos coordenadores de plano de governo, é de que o plano de metas será realizado posteriormente, e que estrategicamente, não é interessante divulgar as metas de uma futura administração. O que é interessante é que a população seja informada do que pretende um candidato.

No plano de governo do atual prefeito, Mauricio Moromizato, mantendo a saúde como foco, podemos mencionar a seguinte proposta:  “Buscar a implantação de um Ambulatório Médico de Especialidades que garanta atendimento de média complexidade e melhorar o fluxo de referência e contra referência para procedimentos de alta complexidade em parceria com os governos Estadual e Federal”. Factível? Talvez. Mas, vamos entender o que abrange a tal da “média complexidade”, segundo o Ministério da Saúde, “a média complexidade ambulatorial é composta por ações e serviços que visam atender aos principais problemas e agravos de saúde da população, cuja complexidade da assistência na prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos, para o apoio diagnóstico e  tratamento.

Dentre os grupos que compõem  os procedimentos de média complexidade estão: procedimentos especializados  realizados por profissionais médicos, cirurgias ambulatoriais especializadas, procedimentos traumato-ortopédicos, ações especializadas de odontologia, patologia clinica, radiodiagnóstico, exames ultra sonográficos, próteses e órteses, diagnose entre outros. É evidente que implantar tal serviço demandariam a contratação de profissionais e aquisição de equipamentos, tais como: mamógrafo, tomografia, Raio X, ou a celebração de convênios com empresas privadas. Sabemos que há demanda, a grande questão é se cabe no orçamento do município, não basta propor tem que identificar de onde virão os recursos para aquela ação.

O fato é  que devemos nos preparar, nós comunidade, para analisarmos o que será proposto pelos candidatos e seus planos de governo. O que se espera são planos com propostas coerentes, factíveis, integradas e que tenham sido validadas pela comunidade através de consultas públicas.

Vou continuar com a temática, já que merece nossa especial atenção.
Claudia Paschoal


domingo, 31 de janeiro de 2016

O desenvolvimento regional sustentável começa com o planejamento participativo

O novo padrão de planejamento regional provocou uma intervenção no modelo de gestão da coisa pública. E a sociedade passou a participar das discussões e decisões sobre políticas e diretrizes de gestão tornando os projetos de desenvolvimento regional parte de um sistema integrado. Essa abordagem é um exercício de cidadania, deveres e direitos dos cidadãos, bem como uma estratégia de promoção dos interesses políticos e econômicos dos grupos sociais de uma região.  Nas regiões que consolidam essa prática democrática, a participação da sociedade constitui um dos principais momentos da vida das instituições governamentais.


As políticas públicas e a participação da sociedade, de modo geral, contribuem diretamente para a evolução e transformação do meio social, econômico e ambiental. O principal interesse na discussão sobre o planejamento participativo relacionado ao desenvolvimento regional sustentável se justifica no surgimento de uma nova percepção, local e global, do futuro comum daquela região, considerando as questões institucionais econômicas e sociais, as questões de interesse territorial e as questões ambientais, sob esta ótica estão as ciências sociais, os aspectos da geografia humana, da reorganização do espaço regional e o equilíbrio para o uso sustentável do meio ambiente.

Esse novo modelo de desenvolvimento apresenta um planejamento holístico que passa a ser estruturado a partir dos agentes locais e não mais o planejamento centralizado. O planejamento regional e urbano, vem mostrando uma importante leitura teórica no que se refere as mudanças no processo de participação dos atores sociais no espaço de gestão. Diante do modelo de planejamento centralizado que trouxe desgastes práticos com as interpretações e análises dos resultados obtidos, surge o planejamento participativo que estrutura o desenvolvimento fundamentado por meio de um processo de organização social regional, onde um conjunto de stakeholders assume mais intensamente a condição de sujeito no direcionamento de ações estratégicas sustentáveis.

O novo paradigma de planejamento do desenvolvimento regional tem por base a ampliação do fundamento de decisões independentes por parte dos atores envolvidos, gerando a capacidade de harmonizar as sinergias locais com um plano de desenvolvimento que mantenha as raízes e identidade regional com a consciência de pertencimento aquele território comum, onde o conceito de espaço seja entendido como um meio constante de transformação.




Claudia Paschoal

domingo, 22 de março de 2015

Água, sinônimo de vida



Água é vida! Não é possível vida sem água, isto é sabido, mas  o que tem sido feito, mundialmente, para que não falte água potável?  Ainda hoje, 748 milhões de pessoas passam sede no mundo.  É verdade que outros 2,3 milhões passaram a ter acesso a água  nos últimos 25 anos. Os desafios para os próximos anos são investimentos em:  planejamento e tecnologia,  reuso de água, recuperação de áreas degradadas,  tratamento de esgoto que possibilite a diminuição da poluição dos rios e mananciais.
Como solucionar?  Planejando.
Para o advogado, Délcio Sato, o planejamento é fundamental, é preciso compreender a situação atual e prever as necessidades futuras em função das tendências minimizando os impactos negativos e organizar ações que possam conciliar crescimento e desenvolvimento com a necessidade de proteger o meio ambiente.
Pode-se mencionar a recuperação de áreas degradadas como um dos temas principais em gestão de recursos hídricos, devido ao grande impacto que o desmatamento tem na quantidade e qualidade da água.
Na região do Litoral Norte, a proximidade da Serra do Mar com o Atlântico e a intensidade da insolação são condições que favorecem a alta pluviosidade quando comparada as áreas do interior do Estado, mas existem desafios como:  uma melhor gestão da população flutuante, ações de conservação do meio ambiente e ordenamento espacial adequado.
O Litoral Norte sofre com a falta d’água, principalmente, durante a alta temporada de verão, que atrai milhares de pessoas para região.  “Só se dá valor a água quando ela falta. Não podemos pensar na água só quando nossas torneiras estão secas, devemos tomar medidas que garantam água de qualidade para toda a população. E ações como evitar o desperdício, recuperar áreas degradadas, adotar o reuso de água e praticar o uso consciente, competem a cada um de nós, somos todos responsáveis”,   afirma Sato.
“Hoje é o Dia Mundial da Água, devemos investir em educação ambiental, na capacitação que é estratégia fundamental. Acredito que a educação ambiental pode promover o desenvolvimento sustentável contando com a participação da comunidade na tomada de decisões, essa ação é a garantia da continuidade de qualquer planejamento”, concluiu Sato.
Claudia Paschoal



domingo, 2 de novembro de 2014

ANÁLISE E RAIO X DAS ELEIÇÕES DE 05 DE OUTUBRO EM UBATUBA


Nas eleições de 05 de outubro de 2014, muitos resultados foram surpreendentes. É bem verdade que nem todas as surpresas foram positivas. Para alguns ícones da política local o desempenho dos candidatos apoiados por eles foi vergonhoso, para outros os resultados foram positivos credenciando alguns nomes no cenário político local.
Para o advogado, Délcio Sato, coordenador da campanha de Antonio Carlos Junior e Samuel Moreira, respectivamente, candidatos a deputado estadual e federal, pelo PSDB, a eleição em Ubatuba foi marcada pela qualidade das campanhas políticas, que seja para o bem ou para o mal, foi determinante na escolha dos candidatos. “A população está atenta, não se deixa enganar por falsas promessas, não acredita mais em ”novos” candidatos revestidos da velha roupagem política. Nem nos candidatos “copa do mundo” que aparecem de 4 em 4 anos. A identificação com as propostas do candidato é fundamental, bem como, a certeza de que aquele candidato conhece a realidade da cidade e tem vinculo com a região”, afirmou Sato
O vice-prefeito de Caraguatatuba, Antonio Carlos Junior, fala sobre sua expressiva  votação. “Agradeço, primeiramente, a Deus, minha família e meu pai, Antonio Carlos da Silva e a todos que fizeram parte desse projeto e acreditaram nas minhas propostas, destacando aqui o Délcio Sato, a Claudia Paschoal, o Luis Bitetti, o Marcílio Lopes, bem como, os ex-prefeitos: Pedro Paulo Teixeira Pinto e Euclides Vigneron (Zizinho), que estiveram comigo nessa jornada. Sinto-me honrado com os  mais de 55 mil votos que obtive, hoje sou suplente de deputado estadual pelo meu partido, o PSDB,  e Ubatuba me deu a segunda maior votação, com mais de 7 mil votos”.
Percebe-se que, antes de qualquer outra coisa, é preciso fazer mudanças concretas e ter postura firme para adequar-se  a nova realidade política. Desde as manifestações de junho do ano passado, os políticos e a política sofreram um grande impacto e houve a necessidade de readequar o curso das campanhas políticas. O resultado das eleições em Ubatuba é um reflexo dessa mudança do eleitorado. O atual prefeito eleito com mais de 20 mil votos, não conseguiu dar mais que 10% dos seus votos para os candidatos apoiados por ele. O ex-prefeito Eduardo César, que emplacou uma substancial votação para o Gil Arantes em 2010, com seu novo Gil, teve pouco mais de 1.600 votos. Os grandes nomes da política, com suas velhas teorias foram massacrados pelas urnas. O que reforçou ainda mais, a necessidade de se fazer uma análise do cenário real e se preparar para as eleições de 2016, com o foco na nova realidade e a certeza de que é necessário compor e manter o pulso firme para conquistar o eleitor.
O ex prefeito Pedro Paulo Teixeira Pinto, afirmou que: salvo melhor juízo, chego a acreditar que o eleitor nas últimas eleições (1º turno)  mostrou-se mais racional procurando prestigiar com seu voto candidatos da região ou bem próximos. Seria uma demonstração que já amadurece a ideia de implantação do voto distrital no nosso sistema eleitoral? Uma coisa que sempre passou ao largo de grande parte dos políticos e também da população, é o compromisso do homem  público com o espírito público, o que deve ser um dos focos principais para a pratica política. Parece que a avalanche de corrupção que tem se abatido sobre o país ultimamente, tem exercido papel importante na construção dessa consciência.
“No caso de Ubatuba abre-se no horizonte político um novo tempo, com o eleitor prestigiando candidatos diretamente vinculados a nossa região. Antonio Carlos Junior, recordista histórico de votos em Ubatuba e Samuel Moreira, justificam o que foi dito anteriormente, consolidando a liderança de  Sato para o pleito de 2016”, completa Pedro Paulo.
O Litoral Norte saiu fortalecido, com a eleição de Samuel Moreira para a Câmara Federal. O deputado já demonstrou seu compromisso com nossa região, sempre foi um forte aliado e colaborador de Antonio Carlos, prefeito de Caraguatatuba, atuando em conjunto para a realização de obras como a duplicação da Rodovia dos Tamoios, o Hospital Regional e o AME (Ambulatório Médico de Especialidades). “Teremos com quem contar, estamos no caminho certo. Agora, é pensar nas eleições de 2016 com respeito ao eleitor, estando presente e atuante na vida política da cidade e da região. Temos carência de lideranças políticas em Ubatuba, os políticos tradicionais ainda acreditam na velha fórmula de fazer política, eu acredito em propostas sólidas, viáveis e construídas em parceria com a população. Não podemos mais, chegar com a receita pronta, temos que definir em conjunto as prioridades e metas a serem alcançadas. Propor mudanças concretas e ter uma postura firme, essa é a análise que faço e  o resultado das urnas em Ubatuba reforça esse novo cenário, dispara Sato.
Quero deixar meu sincero, agradecimento a todos que fizeram parte desta caminhada, e reforçar meu compromisso com Ubatuba e com os novos amigos que fiz durante esses meses, foram experiências que levarei para vida. Essa conquista se deve a votação significativa que obtive no Litoral Norte, sou grato a todos e contem comigo sempre. Continuo com meu trabalho em Caragua e na região, através da RM do Vale do Paraíba e Litoral Norte. Acredito que temos uma longa trajetória a ser feita em Ubatuba e minha parceria com o Sato e sua equipe será, sem dúvida, duradoura. Vou honrar meu compromisso com todos, como honro o nome do meu pai, Antonio Carlos, e toda sua trajetória política. Tenham certeza que estarei sempre pronto a colaborar para o desenvolvimento de nossa região e para lutar pelas demandas regionais, como a duplicação da Rodovia Caraguá-Ubatuba, afirmou Junior.
Um novo cenário, novos políticos e novos desafios, a política está em transformação e que seja positiva.  Que os políticos se adéqüem a essa nova realidade e que o eleitorado entenda seu papel e cada vez mais, pesquise, se informe e faça as melhores escolhas. “Sou grato, a todos que nos ajudaram nessa campanha, acreditando no projeto e na parceria com Antonio Carlos Junior e Samuel Moreira. Temos os melhores parceiros na luta por uma cidade melhor, vamos transformar Ubatuba e a região”, finalizou Sato.
Claudia Paschoal

Raio X do pleito de 05 outubro, considerando os principais nomes que despontam como prefeitáveis em Ubatuba.

Grupo
Candidato a deputado estadual
Votação
Candidato a deputado federal
Votação
Análise
Sato
Antonio Carlos Jr (PSDB)
7.013
Samuel Moreira (PSDB)
2.531
Maior votação na cidade de todos os tempos, o segundo mais votado em Ubatuba foi Antonio Carlos da Silva, em 2006. Sato credenciou seu nome, definitivamente, no páreo para Prefeito em 2016.
Rogério Frediani
Fernando Capez (PSDB)
3.068


Capez, teve 743 votos a mais que  em 2010
Caribé
Jorge Caruso (PMDB)
93
Baleia Rossi (PMDB)
122
Vice prefeito, eleito na chapa de Moromizato, deu aos seus candidatos, somado os votos dos dois, aproximadamente 1% dos votos comparados aos que recebeu em 2012
Eduardo César
Gil Lancaster (DEM)
1.628
Herculano Passos (PSD)
582
Gil Lancaster, o novo, pra não confundir com o Gil Arantes, não surpreendeu. Eduardo César e seu grupo não transferiram a votação dada ao Arantes. Parece que “o novo Gil” não agradou. O candidato a deputado federal, também não teve votação expressiva.
Alfredo Correa
Fernando Cury (PPS)
662


Contou com o apoio do ex-vice prefeito Rui Teixeira Leite. Alfredo não conseguiu transferir nem 50% dos votos que obteve para prefeito à seu candidato, mesmo contando com o apoio do ex vice prefeito.
Mauricio Moromizato
Ana do Carmo (PT)
1306
Amélia Naomi (PT)
932
A soma dos votos das duas candidatas de Mauricio Moromizato, que foi eleito em 2012 com 21.326 votos, representam 10,495% dos seus votos, reflexo do caos que se instalou na cidade gerando uma grande insatisfação da população. Moromizato, também apoiou Marco Aurélio (PT), que teve sua candidatura impugnada, pela lei da Ficha Limpa Marco Aurélio, não seria eleito, mesmo que revertesse sua situação legal, pois obteve apenas 44.617 votos.




quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Rapidinhas do Jota: Quem corrompe é corrompido


Quem corrompe é corrompido. Em Ubatuba, alguns coordenadores de  campanha, que são políticos com pretensões a prefeitura em  2016, estão pagando proprietários de veículos e residências  para  ostentarem a placa de seus candidatos.
Essa prática denota um perfil corruptor demonstrando a falta de compromisso com os eleitores. Ou seja, “paguei está pago e não devo nada a ninguém”, disse um desses.
Lembrando que todo corruptor é corrupto,  distinga e avalie essas pessoas, você acredita que, algum dia, serão merecedores do seu voto?


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Rapidinhas do Jota: Discurso de campanha: Madrinha ou “Má-drinha”?


Precisamos de algum tempo para entender o que o candidato realmente queria dizer, após dois anos e do estado calamitoso no qual se encontra a cidade, para traduzir o sentido de madrinha.
Ele que virou “Mauzinho”, diante da total falta de parceria de sua “Má-drinha”, deixando nossa Ubatuba totalmente sem brilho.
Dilma com um barulho desses!!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

RAPIDINHAS DO JOTA

Quem é quem - Parte I
No atual cenário, temos os candidatos aventureiros, que se apresentam apadrinhados por políticos locais. Esses candidatos,  chamados “copa do mundo”, ou seja, que aparecem de 4 em 4 anos, em gorjeios delirantes de promessas, e que terminada a eleição, voltam para suas sedes eleitorais e nunca mais são vistos por aqui.
Quem é quem em Ubatuba?
Políticos com alta rejeição titubeiam em expressar publicamente apoio aos seus candidatos. Como exemplo, podemos mencionar o caso do candidato a deputado estadual “Bill Clinton”, candidato de “Bill Gates”, ex-deputado e atual prefeito e mantenedor de uma intima relação política com um recente  ex-prefeito de nossa cidade.  

Na próxima semana: Quem é quem - Parte II – A Madrinha

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Caminhada com Antonio Carlos Junior na Maranduba


Ontem, Antonio Carlos Junior esteve na Maranduba e Sertão da Quina num contato direto com a comunidade. A caminhada contou com lideranças da região e com a participação do advogado, Délcio Sato e dos ex-prefeitos Pedro Paulo Teixeira Filho e Zizinho Vigneron.

Para Antonio Carlos Junior, candidato a deputado estadual, este contato com os moradores é muito importante. “Fico imensamente satisfeito com a participação da comunidade, defendo este contato com as pessoas que é extremamente importante para construirmos uma parceria”, disse Junior.


A região sul de Ubatuba destaca-se por ter uma comunidade envolvida com suas necessidades e que conhece seus direitos e deveres. Para o advogado, Délcio Sato, é um ganho para todos, onde cada um conhece seu papel e sabe cobrar seus direitos, assumindo suas responsabilidades. “É fundamental, termos uma comunidade envolvida com seu bairro, sua cidade. Cada vez mais, precisamos de pessoas conscientes e que colaborem com a construção de uma cidade mais justa”, disse Sato.

As comunidades, da Maranduba e Sertão da Quina, receberam Antonio Carlos Junior, Délcio Sato e as lideranças com muito entusiasmo.




terça-feira, 12 de agosto de 2014

Antonio Carlos Junior, o candidato do Litoral Norte


Na noite de 08 de agosto, aconteceu o lançamento da campanha de Antonio Carlos Junior, candidato a deputado estadual.
Antonio Carlos Junior é vice-prefeito de Caraguatatuba, pela segunda vez consecutiva. Municipalista convicto, luta pelas cidades e conhece as necessidades e dificuldades locais, tem experiência na administração municipal e na interlocução com o Estado.
O advogado, Délcio Sato, que prestigiou o evento afirmou que acredita que Junior é o melhor representante para o Litoral Norte. “Ele conhece as dificuldades de se administrar uma cidade, sabe os caminhos para se estabelecer uma parceria com o Estado e será nosso representante na construção de uma região com mais qualidade de vida para a população, aliando desenvolvimento com sustentabilidade social, ambiental e cultural.  Este é um desafio e o Junior tem conhecimento e sabedoria aliados à vontade e compromisso com nossa região”, mencionou Sato.
Sato teve uma conversa particular com Antonio Carlos Junior, o deputado  Samuel Moreira,  o prefeito Antonio Carlos e o senador Aloysio Nunes,  candidato a vice presidente da República que prontamente  se comprometeu a estar presente em Ubatuba e iniciar um grande trabalho em favor da cidade.

Junior, enfatizou sua experiência e a importância da vivencia política com Antonio Carlos da Silva, seu pai e prefeito de Caraguatatuba.  “O aprendizado é constante, ter a oportunidade de estar ao lado de um homem  público como o Antonio Carlos é um privilégio, me sinto honrado por ter estado com ele na administração de Caraguá”, disse Antonio Carlos Junior.
O candidato Samuel Moreira enfatizou o compromisso com o Vale do Paraiba e Litoral Norte. “Sempre estive presente na região, estabeleci muitas parcerias com Antonio Carlos e quero manter esta parceria com Antonio Carlos Junior. Com o Junior na Assembléia Legislativa e eu na Camara dos Deputados e no Congresso Nacional, faremos muito pela região”.

O evento contou com ilustres presenças, como do candidato a vice-presidente da República, senador Aloysio Nunes, e de lideranças do Vale do Paraíba e Litoral Norte. 

Samuel Moreira e Antonio Carlos Junior visitam Ubatuba


Deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, Samuel Moreira esteve em Ubatuba, dia 08 de agosto. Samuel é candidato a deputado Federal e  se reuniu com lideranças da cidade, na companhia de Antonio Carlos Junior, vice prefeito de Caraguatatuba e candidato a deputado estadual.
Antonio Carlos Junior, falou sobre a importância de termos candidatos que estão próximos da região,  que conhecem as necessidades e realidade local. “Minha relação com os municípios que compõem a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte está estabelecida. Quero defender nossa região, trabalhar para melhorar a qualidade de vida dos moradores e para o desenvolvimento do turismo, nossa principal atividade econômica”, afirmou Junior.
A estrutura política foi mencionada por Samuel Moreira, “O modelo político atual, com 32 partidos, onde votamos num candidato e elegemos outro que não conhecemos, precisa ser mudado. A política não deixará de existir, mas a forma de se fazer política precisa passar por um processo de transformação”, falou Samuel.
O deputado Samuel Moreira, foi prefeito de Registro (eleito e reeleito) e responsável pela transformação naquele Município do Vale do Ribeira: na época, Samuel foi escolhido o melhor prefeito do Estado (pesquisa da Revista Isto é /2000).  Tem contribuído muito para garantir investimentos do Estado nos Municípios da  Região, principalmente Caraguatatuba e São Luiz do Paraitinga.

Para o advogado Délcio Sato, a escolha de candidatos que vivenciam os problemas da nossa região é fundamental para estabelecermos uma parceria que resulte em mudanças e conquistas para população das cidades do Litoral Norte. “Precisamos de candidatos que sejam próximos, que tenham vinculo com a região e que lutem pelas nossas demandas, como por exemplo, a duplicação da rodovia Caragua-Ubatuba, que é uma bandeira do Antonio Carlos Junior. O Samuel Moreira, faz muito pela nossa região e tenho certeza que fará muito mais estando na Câmara dos Deputados”, mencionou Sato.
A reunião contou com representantes da comunidade e lideranças, como ex-prefeitos, vereadores, empresários, representantes de classes  e profissionais liberais, demonstrando que política interessa a todos que tem consciência de seu papel na sociedade atual e na manutenção da democracia.



Encontro na Maranduba reúne lideranças da região sul de Ubatuba


A região sul de Ubatuba é composta por 20 bairros, onde residem 16% da população da cidade. Tem alta atratividade turística, possui o primeiro quilombo reconhecido no Município, o da Caçandoca, e ainda, conta com a maior concentração de segunda residência, aquecendo o mercado imobiliário na região.

Para o advogado Délcio Sato, a região sul tem um potencial turístico incontestável, já que oferece turismo de aventura, religioso, ecoturismo e sol e praia. “Precisamos entender que a cidade é um organismo vivo e em constante mutação, e com suas peculiaridades.  Hoje, precisamos olhar para cada região e entender essa teia de atividades, potencialidades, necessidades e estabelecer um planejamento que vise o desenvolvimento daquela região, Ubatuba tem 05 distritos e cada um tem suas particularidades”, afirmou Sato.
 
Foto 2 – Da esquerda para direita – Ex vereadores: Luciana Machado e Osmar de Souza, Antonio Carlos Junior e Sato

Para Antonio Carlos Junior, candidato a deputado estadual, quem está no município conhece as necessidades e os problemas. “É esta proximidade que faz a diferença. Temos que estar perto, vivenciando a realidade local. Quero defender nossa região na Assembléia. Estarei presente no Município, para ouvir a população, discutir as demandas e buscar solução para os problemas locais”, disse Junior.
Antonio Carlos Junior será um grande aliado na busca de soluções para questões como a duplicação da SP-55, no trecho de Caraguá a Ubatuba. que atinge diretamente a região sul, porta de entrada do município. O Hospital Regional é outro ponto defendido por Junior, que sabe da importância e necessidade de se ter uma unidade referência na região, principalmente para ortopedia e traumatologia, já que na temporada de verão o Litoral Norte chega a receber mais de 1 milhão de turistas, aumentando consideravelmente o numero de acidentes.
Sato agradeceu a presença de Antonio Carlos Junior, e assegurou que esta parceria com a comunidade é a garantia de mudanças para a região. “Não podemos planejar sem a participação da comunidade, temos que construir uma identidade com os moradores e é fundamental termos representantes no Estado que tenham este compromisso com nossa cidade”, finalizou Sato.